Definindo a verdade 1. Aristóteles e Tarski
Bibliographic Data
| ID | 7370249 |
|---|---|
| Authors | Claudio Veloso (0000-0002-1744-5650, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), corresponding author) |
| Year | 2021 |
| Volume | 26 |
| Issue | 36 |
| Pages | 73-103 |
| Publication date | 2021-10-05 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista de Estudos Filosóficos e Históricos da Antiguidade (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2177-5850 • E-ISSN: 2178-3004 |
| Publisher | Universidade Estadual de Campinas (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.53000/cpa.v26i36.4521 |
| OpenAlex | W3204865165 |
| Language | PT |
| Citations received | 1 |
| References cited | 1 |
Este artigo é um trabalho ao mesmo tempo de história da filosofia e de filosofia. Ele constitui a primeira parte de um díptico que levanta a hipótese da possibilidade de definir a verdade. Após a distinção das três grandes acepções da palavra « verdade » (sinceridade, ipseidade, bondade de um julgamento), a individuação da acepção segundo a qual se trataria de definir a verdade (a terceira) e algumas considerações sobre esta última, o autor concentra-se na questão que consiste em saber o que torna verdadeiro um julgamento. O ponto de partida é a concepção aristotélica da verdade à qual são reconduzidas várias concepções concorrentes, principalmente a dita « da verdade como correspondência com a realidade », embora Aristóteles jamais apresente a sua nesses termos. Em um segundo momento, o autor compara essa concepção com a de Alfred Tarski, que supostamente retomaria Aristóteles, afim de mostrar tudo que separa esses dois pensadores. O autor procede, em seguida, a uma defesa da posição de Aristóteles e, enfim, sugere uma resposta provisória à questão posta: o que torna verdadeiro um julgamento é a crença, sendo que crer não é, todavia, ter por verdadeiro
Epistemology · Humanities · Classical Philosophy and Thought · Philosophy
| Citations per year | 0.2 |
|---|---|
| Citation span | 2021 - 2021 (1) |
| Highly cited | No |