O §607a da República como introdução ao Timeu
Bibliographic Data
| ID | 7370351 |
|---|---|
| Authors | Fillipe M De Araujo (0000-0002-8295-2536, Universidade Federal do Rio de Janeiro, corresponding author) |
| Year | 2019 |
| Volume | 23 |
| Issue | 32 |
| Pages | 107-125 |
| Publication date | 2019-07-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista de Estudos Filosóficos e Históricos da Antiguidade (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2177-5850 • E-ISSN: 2178-3004 |
| Publisher | Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - UNICAMP (PUBLISHER) |
| DOI | 10.53000/cpa.v23i32.3677 |
| OpenAlex | W2960693292 |
| Language | PT |
| References cited | 2 |
Na República Platão teria chegado ao cume de uma querela antiga (diafora palaias): a que envolve a poesia e a filosofia. No §607b vemos a poesia ser expulsa da polis. O verbo de que o filósofo se utiliza não deixa dúvidas: trata-se da expressão apostelemon ek, onde ek desempenha a função de advérbio de lugar — para fora. “Ek tes poleus apestelomen" pode significar “banir para fora da cidade". Diz Sócrates então: "Deve ser rememorado (anamnesteisin) que a poesia deve ser expulsa da polis: pelo λόγος.”(§607a) Na frase seguinte à famosa expulsão, no entanto, o filósofo reconsidera. Diz que se acaso os amantes da poesia puderem defendê-la, em sendo esta defesa “sagrada (ὅσιον) e verdadeira” (ἀληθὲς)” a poesia poderá ser acolhida (καταδέχομαι) em Kallipolis
Humanities · Physics · Aging, Elder Care, and Social Issues · Health, Medicine and Society · Hermeneutics and Narrative Identity · Philosophy
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |