Natalidade e revolução em Hannah Arendt
Bibliographic Data
| ID | 7430801 |
|---|---|
| Authors | Antônio Batista Fernandes (Total (United States), corresponding author) |
| Year | 2021 |
| Volume | 6 |
| Issue | 2 |
| Pages | 65-75 |
| Publication date | 2021-12-30 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Perspectivas (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2448-2390 • E-ISSN: 2448-2390 |
| Publisher | Universidade Federal do Tocantins (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.20873/rpv6n2-04 |
| OpenAlex | W4205719343 |
| Language | PT |
| Citations received | 1 |
| References cited | 2 |
O presente artigo tem por objetivo discutir o conceito de natalidade e sua relação com o fenômeno revolucionário a partir do pensamento de Hannah Arendt. Para tanto, laçaremos mão de algumas obras de referência da autora para pensar tal categoria, a saber: Origens do Totalitarismo (1951), A condição humana (1951) e Sobre a Revolução (1963). Para Arendt, o conceito de natalidade está diretamente relacionado a capacidade dos indivíduos de iniciarem coisas novas no mundo, isto é, de serem iniciadores de um mundo inteiramente novo. O fenômeno revolucionário moderno, por sua vez, representa um novus ardo saeclorum, uma novidade que se tornou possível por meio da ação conjunta dos homens e da capacidade de começar própria daqueles que são os recém-chegados ao mundo. Portanto, nosso problema consiste em constatar a centralidade do conceito de natalidade no pensamento político de Arendt, bem como sua relação com o fenômeno revolucionário moderno
Brazilian cultural history and politics · Social and Political Issues · Urban Development and Societal Issues
| Citations per year | 0.2 |
|---|---|
| Citation span | 2021 - 2021 (1) |
| Highly cited | No |