Violência contra a mulher, coesão familiar e drogas
Bibliographic Data
| ID | 9259486 |
|---|---|
| Authors | Patrícia Moreira Rabello (0000-0001-5433-6982, Universidade Federal da Paraíba), Arnaldo De França Caldas Junior (0000-0002-3713-7532, Universidade de Pernambuco) |
| Year | 2007 |
| Volume | 41 |
| Issue | 6 |
| Pages | 970-978 |
| Publication date | 2007-12-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista de Saúde Pública (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0034-8910 • E-ISSN: 0034-8910 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0034-89102007000600012 |
| PMID | 18066467 |
| OpenAlex | W1989677608 |
| SCIELO_PID | S0034-89102007000600012 |
| Language | PT |
| Citations received | 11 |
| References cited | 12 |
OBJETIVO: Avaliar a associação entre coesão, adaptabilidade e risco mental familiar com violência física contra a mulher e uso de drogas. MÉTODOS: Estudo tipo caso-controle pareado realizado entre 2004 e 2005 na cidade de João Pessoa, Paraíba. A amostra foi constituída por 260 mulheres, divididas em 130 agredidas e 130 não agredidas. O grupo caso foi constituído de mulheres que prestaram queixa por agressão física doméstica na Delegacia Especializada da Mulher. O grupo controle foi pareado com mulheres vizinhas de bairro das vítimas queixosas na Delegacia. A coesão, a adaptabilidade e o risco mental foram avaliados pela escala Family Adaptability and Cohesion Evaluation Scales. Na análise estatística, foram utilizados os testes qui-quadrado e Exato de Fisher, com nível de significância de 5%. RESULTADOS: Os dois grupos se comportaram de forma diferente em relação ao risco mental e coesão, mas semelhantes quanto à adaptabilidade familiar (p=0,0917). As mulheres agredidas apresentaram risco mental alto (43,1%) e médio (39,2%), diferentemente das não agredidas (p=0,0016), que apresentaram médio risco (55,4%). Houve diferença significativa entre os dois grupos para o uso de drogas, com consumo maior nas famílias das mulheres agredidas (90,8%) do que das não agredidas (56,9%). A droga mais utilizada foi o álcool, sendo o mais alto fator de risco para a agressão, quando consumido diariamente (OR=37,33) ou associado a outra droga (OR=29,56). CONCLUSÕES: O desequilíbrio pela falta de união entre a família e o uso de drogas altera decisivamente no funcionamento familiar, podendo gerar conflitos e agressões domésticas
Adaptability · Aggression · Cohesion (chemistry) · Domestic violence · Environmental health · Mental health · Mental illness · Poison control · Psychiatry · Sociology · Statistical significance · Suicide prevention · Clinical Psychology · Demography · Intimate Partner and Family Violence · Male Reproductive Health Studies · Medicine · Psychology · Youth, Drugs, and Violence
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| Unique citing works | 11 |
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| Citations per year | 0,65 |
| Citation span | 2009 - 2022 (14) |
| Citation velocity | historical |
| Highly cited | No |
| Citation types | Neutral: 8 |