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Determinantes precoces da pressão arterial em adultos da coorte de nascimentos de 1982, Pelotas, RS

Bibliographic Data

ID9259637
AuthorsBernardo L Horta (0000-0001-9843-412X, Universidade Federal de Pelotas), Denise P Gigante (0000-0001-7309-5838, Universidade Federal de Pelotas), Cesar G Victora (0000-0002-2465-2180, Universidade Federal de Pelotas), Fernando C Barros (0000-0001-5973-1746, Universidade Católica de Pelotas)
Year2008
Volume42
Issuesuppl 2
Pages86-92
Publication date2008-12-01
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista de Saúde Pública (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0034-8910 • E-ISSN: 0034-8910
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/s0034-89102008000900012
PMID19142349
OpenAlexW1606576749
SCIELO_PIDS0034-89102008000900012
LanguagePT
References cited16

OBJETIVO: Avaliar os efeitos de exposições ocorridas na gestação ou nos primeiros anos de vida sobre a pressão arterial. MÉTODOS: Estudo de coorte com todas as crianças nascidas em 1982 nas maternidades da cidade de Pelotas, RS. As mães residentes em área urbana foram entrevistadas e as crianças, acompanhadas em diferentes ocasiões. Em 2004-5, buscou-se acompanhar todos os indivíduos da coorte. A pressão arterial foi medida duas vezes, no início e no final da entrevista, com esfigmomanômetro digital de pulso. Foi avaliada a associação entre pressão arterial e as seguintes variáveis: cor da pele; escolaridade materna; renda familiar ao nascer; mudança de renda entre o nascimento e os 23 anos de idade; peso ao nascer e duração da amamentação. A análise de variância foi utilizada para a comparação de médias e os modelos lineares generalizados na análise ajustada. RESULTADOS: Obteve-se a medida da pressão arterial para 4.291 indivíduos, 2.208 do sexo masculino e 2.083 do sexo feminino. A média das medidas da pressão arterial sistólica foi de 117,5±15,0 mmHg e da diastólica, de 73,6±11,5 mmHg. Entre os homens, a pressão arterial sistólica foi maior nos indivíduos de cor da pele preta ou parda e naqueles que nunca foram considerados pobres. A pressão diastólica esteve associada apenas com o peso ao nascer. Entre as mulheres, a pressão arterial sistólica foi maior nas de cor da pele preta ou parda, cuja escolaridade materna era maior ou igual a 12 anos ou com peso ao nascer menor do que 4.000 g. CONCLUSÕES:Para ambos os sexos apenas a cor da pele esteve associada com a pressão arterial. A amamentação não teve efeito em longo prazo sobre a pressão arterial, e para o peso ao nascer e o nível socioeconômico, as associações não foram consistentes

Birth weight · Blood pressure · Breastfeeding · Cohort · Cohort study · Socioeconomic status · Birth, Development, and Health · Maternal and Neonatal Healthcare

  • Birth weight and risk of cardiovascular disease in a cohort of women followed up since 1976

    Open Access•Janet W Rich-Edwards, Meir J Stampfer et al.•BMJ•1997

  • The Seventh Report of the Joint National Committee on Prevention, Detection, Evaluation, and Treatment of High Blood Pressure The JNC 7 Report

    Aram V Chobanian•JAMA•2003

  • Early and late growth and blood pressure in adolescence

    Bernardo L Horta, F C Barros et al.•Journal of Epidemiology and…•2003

  • Metodologia do estudo da coorte de nascimentos de 1982 a 2004-5, Pelotas, RS

    Open Access•Fernando C Barros, FC Barros et al.•Revista de Saúde Pública•2008

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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