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Tecnologias Na Educação

Uma Trama Sutil Em Práticas De Autoria E Subjetivação Na Alfabetização Escolar

Bibliographic Data

ID22053426
AuthorsMaria De Fátima De Lima Das Chagas (0000-0002-7979-678X, Universidade de Santa Cruz do Sul), Nize Maria Campos Pellanda (0000-0001-6677-3442, Universidade de Santa Cruz do Sul)
Year2020
Volume10
Issue3
Pages7-30
Publication date2020-10-26
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista Polis e Psique (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2238-152X • E-ISSN: 2238-152X
PublisherUniversidade Federal do Rio Grande do Sul (PUBLISHER • BR)
DOI10.22456/2238-152x.84810
OpenAlexW3111093068
LanguagePT
References cited2

Este texto trata de uma experiência vivida com estudantes do 5o ano de uma escola pública localizada no interior do Rio Grande do Norte em uma área de periferia. A experiência aconteceu em 2016, e, teve como objetivo viver práticas de alfabetização com 26 estudantes não-alfabetizados na faixa etária de 10 a 16 anos, considerando a subjetividade dos educandos, seus percursos de vida em interação com tecnologias digitais. O contexto escolar dessa vivência é desenhado a partir de limitações estruturais e materiais. Tessitura com autores como: Freire (2008; 2001; 1992); Levy (2001); Simondon (2007); Emília Ferreiro (1999), Maturana e Varela (2011) e Ortega y Gasset (1963), Eizirik (2007), contribuíram com a discussão teórica deste fazer. A discussão é ancorada no paradigma da complexidade, ou seja, em uma abordagem que não separa as diferentes dimensões da realidade humana, tratando a realidade como fluxo, como devir. Na metodologia, utilizamos a cartografia como método de pesquisa que possibilitou acompanhar os processos vividos na experiência da pesquisa e organizarmos o percurso com os estudantes em oficinas; rodas de conversas; narrativas de si em exercícios de autoria e subjetivação. Como resultados, os 26 estudantes conseguiram produzir com autonomia seu percurso de alfabetização. Para compreender os resultados e as mudanças nas coordenações de ações dos estudantes, as narrativas de si foram o ponto de partida. Essas narrativas constituídas na experiência favoreceram pensamentos e reflexões sobre a importância de constituir redes subjetivas de autoria e afeto no contexto da escola / sala de aula. E, neste exercício de autoria coletiva e de subjetivação, com a inserção de tecnologias, incluindo as digitais nas práticas de leitura e escrita dos educandos, as aprendizagens foram sendo potencializadas. No final, foi possível perceber que em autoria, utilizando ferramentas tecnológicas como dispositivos de cognição e subjetivação, a produção de conhecimento não serviu apenas para favorecer o ato de ler, mas para a vida, para a potência de viver-conhecer

Humanities · Sociology · Education and Digital Technologies · Education Pedagogy and Practices · Philosophy · Science and Education Research

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Highly citedNo

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