Quando mulheres-pesquisadoras se tornam alvos de discursos de ódio nas redes sociais
Bibliographic Data
| ID | 22208166 |
|---|---|
| Authors | Rachel Pulcino (0000-0003-4871-4769, Universidade Federal de Juiz de Fora), Anderson Ferrari (0000-0002-5681-0753, Universidade Federal de Juiz de Fora) |
| Year | 2024 |
| Volume | 7 |
| Issue | 22 |
| Pages | 1-32 |
| Publication date | 2024-01-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Brasileira de Estudos da Homocultura (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2595-3206 • E-ISSN: 2595-3206 |
| Publisher | Even3 (PUBLISHER) |
| DOI | 10.29327/2410051.7.22-59 |
| OpenAlex | W4406010913 |
| Language | PT |
Nosso interesse de problematização são os discursos de ódio que são direcionados, nas redes sociais, a mulheres-pesquisadoras. Este é um fenômeno atual, recente e candente que nos exige não somente combatê-lo, mas, sobretudo, produzir conhecimentos sobre suas condições de emergência e seus efeitos sobre os sujeitos, para colocar em discussão os processos de subjetivação em suas historicidades. Para isso, vamos partir de reportagens que noticiaram os ataques perpetrados a três mulheres-pesquisadoras, para pensar as relações de saber e de poder que estão organizando as violências atravessadas pelos gêneros. Nossas problematizações são inspiradas em Michel Foucault e Judith Butler, dois autores que influenciaram a perspectiva pós-estruturalista, na medida em que vão tomar os modos de subjetivação como fio condutor de suas pesquisas, argumentando que somos sujeitos de experiência, resultados de discursos atravessados por relações de poder
| Highly cited | No |
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