"A tradução literária ou a arte de "reflorescer os desertos dos sentidos
Bibliographic Data
| ID | 4543311 |
|---|---|
| Authors | Lidia Rogatto, Jean Delisle (0000-0002-1797-0885, Ottawa University) |
| Year | 2017 |
| Volume | 1 |
| Issue | 2 |
| Pages | 89-108 |
| Publication date | 2017-12-06 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | caleidoscópio literatura e tradução (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2526-933X • E-ISSN: 2526-933X |
| Publisher | Biblioteca Central da UNB (PUBLISHER) |
| DOI | 10.26512/caleidoscopio.v1i2.7098 |
| OpenAlex | W2993741528 |
| Language | PT |
A tradução literária é essencialmente um processo criativo de reescrita. O tradutor é o autor do texto da tradução, mesmo que não seja o autor do texto original. Uma tradução nunca é um clone do original. Ao traduzir, não dizemos a mesma coisa de outra maneira; dizemos outra coisa de outra maneira, como afirma Henri Meschonnic. Conceitos emprestados da área da história da tradução, como historicismo, historicidade, retradução passiva e retradução ativa são empregados para combater aqueles que ainda pensam que o sentido de um texto literário reside somente nas suas palavras. Diferentemente da abordagem linguística e literalista, a poética leva em consideração o fato de que, situado entre o autor e o leitor, o tradutor é um agente ativo e criativo no processo. Traduzir é sempre um "ménage à trois
Art · Humanities · Philosophy · Translation Studies and Practices
| Highly cited | No |
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