Museus
Territórios De Brinquedos E Brincadeiras Como Difusão Extensionista De Saberes, Memórias E Práticas
Bibliographic Data
| ID | 4772958 |
|---|---|
| Authors | Adriana Isabel Rodrigues Marcos (0000-0002-5289-2114, Universidade Federal do Ceará), Luís Távora Furtado Ribeiro (0000-0002-1063-4811, Université Marie et Louis Pasteur), Edvar Ferreira Basílio (0000-0001-6511-789X, Universidade Federal do Ceará) |
| Year | 2021 |
| Volume | 4 |
| Issue | 13 |
| Pages | 139 |
| Publication date | 2021-09-10 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Debates Insubmissos - ISSN 2595-2803 (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2595-2803 • E-ISSN: 2595-2803 |
| Publisher | Revista Debates Insubmissos (PUBLISHER) |
| DOI | 10.32359/debin2021.v4.n13.p139-163 |
| OpenAlex | W3200084481 |
| Language | EN |
| References cited | 1 |
Este artigo propõe um diálogo sobre as possibilidades do ensino didático de história, práticas e saberes através de materiais e múltiplos artefatos artesanais encontrados em museus-territórios de brinquedos e brincadeiras populares. Os museus brinquedo são espaços de prática de conhecimento, cultura lúdica e reavivamento da memória intergeracional para adultos e crianças. Suas exposições fixas e projetos itinerantes possibilitam ao público afetividade e memória de experiências e saberes vividos em suas próprias culturas. Enquanto seres humanos, iniciamos nosso desenvolvimento pela cultura lúdica, pela imaginação, pelas brincadeiras de faz de conta, pela relação com os brinquedos e o brincar, vamos construindo modelos de saberes e interações com o mundo e situações ricas de aprendizagem. Segundo a teoria vygotskyana, a aprendizagem se dá em um processo internalizado pelas relações interpessoais dos indivíduos. O além do olhar na educação museal dos espaços brincantes muda o paradigma que corresponde ao espaço do museu como sendo apenas um lugar sisudo e rígido. Museus como territórios do brincar abrem oportunidades de desenvolvimento de novas estratégias de relacionamento do público com o acervo, repensando o uso do próprio espaço no âmbito educativo que consolide a educação museal como campo de difusão de saberes, memórias e práticas. Fundamentamos nossas reflexões e dialogismo nas concepções de Vygotsky (2003); Ariès (1986); Kishimoto (2005); Brougère (2010) e Huizinga (2008) e nas argumentações de Queiroz e Melo (2010); Roberts (1997) e Rogério (2013
Humanities · Sociology · Cultural, Media, and Literary Studies · Education Pedagogy and Practices · Environmental Sustainability and Education · Philosophy
| Citation velocity | historical |
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| Highly cited | No |