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Qualidade da vinculação à mãe e à educadora

Bibliographic Data

ID4850796
AuthorsManuela Veríssimo (0000-0003-4356-5696, ISPA - Instituto Universitário), Ilídia Duarte (ISPA - Instituto Universitário), Lí­gia Monteiro (0000-0002-2933-8836, ISPA - Instituto Universitário), António J Santos (0000-0003-2451-9352, ISPA - Instituto Universitário), Alda Meneses (ISPA - Instituto Universitário)
Year2014
Volume17
Issue2
Pages453
Publication date2014-02-04
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenuePsicologia (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0874-2049 • E-ISSN: 2183-2471
PublisherAssociacao Portuguesa de Psicologia (PUBLISHER • PT)
DOI10.17575/rpsicol.v17i2.459
OpenAlexW1543973318
LanguagePT
Citations received1

Embora desde o início da formulação da teoria da vinculação com Bowlby e Ainsworth, se tenha reconhecido a existência de figuras alternativas de vinculação, a maioria das investigações realizadas têm-se centrado na relação de vinculaçãoo entre a criança e a figura de vinculação privilegiada: a mãe. A inclusão de diferentes pessoas que regularmente cuidam e interagem com a criança, nomeadamente a educadora, no estudo das relações de vinculação, veio, segundo Howes, Hamilton e Philipsen (1998), colocar novas questões de carácter teórico e empírico na investigação da vinculação. Este estudo procura comparar a qualidade da vinculação à mãe e à educadora no sentido de melhor clarificar a organização das várias representações das relações de vinculação no modelo interno dinâmico da criança. Participaram neste estudo 50 díades, mãe-criança e educadora-criança. Assinalou-se uma média de idades de aproximadamente 41 meses para as crianças, 32 anos para as mães e 42 anos para as educadoras de infância. Foi aplicado às mães e às educadoras de infância o questionário Attachment Q-Sort (Vaughn & Waters, 1990). Através da análise de clusters, e com base nas descrições das mães, foram identificados três grupos: grupo 1 (seguro e independente). As educadoras distinguem as crianças apenas com base no critério da segurança e na escala de "interacção suave", e consideram que as crianças que mais interagem com elas são as que apresentam maior segurança na relação. Este estudo reafirma a qualidade da vinculação como uma característica da elação e não da criança. Ou seja, não existem crianças seguras ou inseguras, mas crianças com relações seguras ou inseguras com determinadas figuras.DOI: http://dx.doi.org/10.17575/rpsicol.v17i2.459

Humanities · Child Welfare and Adoption · Philosophy · Psychology

  • Security of Children's Relationships With Nonparental Care Providers

    Open Access•Lieselotte Ahnert, Martin Pinquart et al.•Child Development•2006

Unique citing works1
Citations per year0,05
Citation span2006 - 2006 (1)
Citation velocityhistorical
Highly citedNo
Citation typesNeutral: 1

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