A Concepção de Deficiência na Política de Educação Especial Brasileira (1973-2016)
Bibliographic Data
| ID | 5779798 |
|---|---|
| Authors | Roseli Terezinha Kuhnen (0000-0003-1368-7190, Universidade Federal de Santa Catarina, corresponding author) |
| Year | 2017 |
| Volume | 23 |
| Issue | 3 |
| Pages | 329-334 |
| Publication date | 2017-09-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Brasileira de Educação Especial (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1413-6538 • E-ISSN: 1980-5470 |
| Publisher | Associacao Brasileira de Pesquisadores em Educacao Especial (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.1590/s1413-65382317000300002 |
| OpenAlex | W2618901963 |
| SCIELO_PID | S1413-65382017000300329 |
| Language | PT |
| Citations received | 4 |
| References cited | 1 |
o estudo teve como objetivo principal identificar e analisar a concepção de deficiência e os fundamentos teóricos que embasam as políticas públicas de Educação Especial no Brasil (1973-2016) para os alunos do Ensino Fundamental. Analisamos os documentos normativos e orientadores das políticas de Educação Especial, identificando a forma como é definido o público-alvo nas políticas, bem como as justificativas técnicas, teóricas e políticas para essa definição. A investigação foi desenvolvida por meio de análise documental de fontes nacionais e internacionais e está sustentada nos pressupostos teóricos e metodológicos do materialismo histórico e dialético, explicitando os conflitos que representam as forças sociais em disputa num movimento de contradição dialética. Dessa análise, depreendemos que a concepção de deficiência presente nas políticas educacionais, desde a década de 1970 até os dias atuais, se mantém dentro de uma perspectiva tecnicista e funcionalista. Todavia, esse tecnicismo foi sendo reconfigurado com outros discursos nos períodos analisados. A análise permitiu perceber que não há ruptura com uma perspectiva baseada na dicotomia entre normal e patológico e não há mudança da racionalidade hegemônica da concepção de deficiência, mas há variações de estratégias para justifica-las. O princípio do normal e patológico, que estava presente na racionalidade moderna, foi redefinido numa perspectiva pós-moderna. Assim, temos, hoje, o normal e o patológico definidos em termos de diferença e diversidade ou multiplicidade cultural como algo que enriquece o ser humano
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| Unique citing works | 4 |
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| Citations per year | 0,5 |
| Citation span | 2018 - 2024 (7) |
| Citation velocity | recent |
| Highly cited | No |
| Citation types | Neutral: 4 |