Por uma ética da resistência
A História na História da Tradução
Bibliographic Data
| ID | 5855545 |
|---|---|
| Authors | Gilles Jean Abes (0000-0001-9063-1997), Caroline Jaques Cubas (0000-0001-5411-6824) |
| Year | 2021 |
| Volume | 10 |
| Issue | 4 |
| Pages | 01-18 |
| Publication date | 2021-11-17 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Belas Infiéis (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2316-6614 • E-ISSN: 2316-6614 |
| Publisher | Biblioteca Central da UNB (PUBLISHER) |
| DOI | 10.26512/belasinfieis.v10.n4.2021.36258 |
| OpenAlex | W3214871891 |
| Language | PT |
O principal objetivo do presente artigo é apontar possíveis lugares da História na História da tradução. Mais especificamente, queremos evidenciar em que consiste o ofício do historiador na História da tradução. Com base em Certeau (2002), Bloch (2001), Burke e Hsia (2009), Kosellek (2006, 2013), ou ainda Loraux (1992), entre outros, reforçamos que os sentidos do que vem a ser a "História" são acessados apenas através da identificação de questões teóricas e epistemológicas constitutivas do campo em questão. Em seguida, analisamos a prática historiográfica na História da tradução estabelecendo a historicidade do gesto tradutório de quatro tradutores: Charles Antoine, Antoine Berman, Carlos Drummond de Andrade e Francisco de Quevedo y Villegas. Finalmente, a partir de Berman (2002), Petry (2016), Cardozo (2013, 2018), Ricoeur (2011), ou ainda Crary (2016), associamos os gestos desses tradutores a uma ética da resistência tendo em vista a concepção da tradução como relação privilegiada com o tempo
Biology · Resistance (ecology · Translation (biology · Translation Studies and Practices · Genetics · Philosophy
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |