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O Direito Ao Juiz Natural E O Mediador

Bibliographic Data

ID6165433
AuthorsSandra Regina Martini (0000-0002-5437-648X), João Paulo Kulczynski Forster (0000-0002-4229-9309, Laureate Education), Ana Luísa Michelon
Year2020
Volume1
Issue26
Pages192-192
Publication date2020-01-05
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRelações Internacionais no Mundo Atual (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2316-2880 • E-ISSN: 2316-2880
PublisherConselho Nacional de Pesquisa e Pos-Graduacao em Direito - CONPEDI (PUBLISHER)
DOI10.21902/revrima.v2i27.3999
OpenAlexW3020212840
LanguagePT

A partir de casos da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) e da Corte Europeia de Direitos Humanos (CEDH), o presente trabalho traz uma reflexão acerca do princípio da imparcialidade na figura do juiz natural e do mediador. Como princípio concretizador da segurança jurídica, deve ser garantido ao cidadão ser julgado por um juiz constitucionalmente competente, imparcial, constituído in abstrato por lei para o pleno desempenho da função jurisdicional, e por um mediador igualmente imparcial, facilitador do diálogo entre as partes no processo de mediação. O objetivo é compreender as implicações de discussões que se vêm construindo em torno das intersecções do princípio da imparcialidade na prática da mediação e nas práticas judiciais

Art · Humanities · Brazilian Legal Issues · Legal processes and jurisprudence · Ombudsman and Human Rights

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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