Álvaro Faleiros
Biographic Data
| ID | 887527 |
|---|---|
| NAME | Álvaro Faleiros |
| GIVEN NAMES | Álvaro |
| FAMILY NAME | Faleiros |
| SIGNATURE | FALEIROS Á |
| AFFILIATIONS | Universidade de São Paulo |
| ORCID | 0000-0001-7507-7801 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 34 |
| TOTAL CITATIONS | 12 |
| AUTHOR COUNT | 34 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2006 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 2 |
Cartografias e paisagens na literatura brasileira e de expressão francesa
.
"Bem-Viver de Ailton Krenak ao Porã-Poranga de "Meu tio, o Iauaretê: Cosmopoeticas Em Tradução
Em junho de 2020, Ailton Krenak foi convidado pelo Projeto Educar para a Sustentabilidade da Escola para falar sobre o Bem Viver (Buen Vivir em espanhol ou Sumak Kawsay em quechua). Os principais aspectos abordados durante a live deram origem ao ebook Caminhos para a cultura do Bem Viver, disponibilizado gratuitamente pelo autor. Em sua tradução cultural do princípio do Bem Viver, Krenak mobiliza cosmovisão que, como procuramos observar, permite …
Visita a um poeta malagaxe: Jean-Joseph Rabearivelo em primeira tradução
Jean-Joseph Rabearivelo (1903?-1937) é certamente o mais importante poeta de Madagascar. A presença de um conjunto considerável de seus poemas na histórica Anthologie de la nouvelle poésie nègre et malgache de langue française, de Léopold Sédar Senghor, publicada em 1948 com prefácio de Jean-Paul Sartre, ilustram essa importância. Rabearivelo é também o responsável pela primeira poética do traduzir moderna em África, sendo um dos únicos escritore…
Continuar Henri Meschonnic
Editorial do dossiê 37 da revista Criação&Crítica
O monismo ontológico de Luís Augusto Fischer em Duas formações, uma história: Das ideias fora do lugar ao perspectivismo ameríndio
Ensaio crítico a partir da obra Duas formações, uma história: das ideias fora do lugar ao perspectivismo ameríndio, de Luís Augusto Fischer à luz de uma possível poética histórica equivocal
O aspecto pictórico em “Sunday morning”, de Wallace Stevens
“Em grande medida, os problemas dos poetas são os problemas dos pintores, e os poetas devem não raro se voltar à literatura da pintura para uma discussão de seus próprios problemas” (Stevens 1957: 187). Assim o poeta moderno estadunidense Wallace Stevens (1879 - 1955) descreve, ele próprio, sua relação com a pintura e seu posicionamento de que as duas artes são quase irremediavelmente conectadas. Ainda que alguns de seus melhores críticos tendam …
Situation de Valéry traduit au Brésil: Enjeux des avant-gardes
ourquoi vouloir parler de Paul Valry au Brsil ? Parce que Valry ne cesse d'y tre traduit et rcrit au long du xx e sicle, comme nous proposons ici d'en rendre compte -mme si partiellement, dans les limites d'un article. Mais de quel Valry s'agit-il ? Il ne s'agit nullement d'un donn objectif prexistant ses lectures, mais d'une construction par ses diffrents lecteurs et traducteurs -sans cesse enrichie au fil des annes et des transits entre France …
Espaços Translacionais, a Tradução Em Devir: Reflexões Desde Antoine Berman
Antoine Berman, um dos expoentes dos estudos da tradução do século XX, colocou como uma das primeiras tarefas para o campo a escrita de uma história da tradução. Nesse sentido, um de seus primeiros objetivos foi fazer uma arqueologia da palavra traductio comparando-a com outros termos afins (translatio e traditio), assim como com sua etimologia em francês, inglês e alemão. O intuito deste artigo é apresentar reflexão a partir desses usos e aponta…
Trans-Lational Spaces and the Becoming of Translation: Reflections After Antoine Berman
Antoine Berman, one of the exponents of translation studies in the 20th century, describes translation history as one of the first tasks for the field. One of his first tasks was to make an archeology of the word traductio comparing it with other related terms (translatio and traditio), as well as with its etymology in French, English and German. The purpose of this article is to present a reflection based on these uses and to point to possible d…
Antônio Risério Tradutor e a Re-Existência Ameríndia
Partindo do discurso de posse do vice-presidente da Bolívia em novembro de 2020 e chegando à Constituição da República do Equador, aprovada em 2008, este artigo visa discutir a tradução de poéticas ameríndias como espaço de resistência. Com o intuito de descrever o papel transontológico implicado no refazimento dessas poéticas, destacamos o trabalho pioneiro do poeta e antropólogo Antônio Risério
Jovem Parca, de Paul Valéry: Um Convite À Leitura
Em 1917, Paul Valéry publica, depois de décadas de silêncio, um longo poema escrito durante toda a Primeira Guerra Mundial. La Jeune Parque, que retoma a forma clássica do alexandrino de Racine, projeta Paul Valéry à esfera de poeta oficial da França, por sintetizar, em certo sentido, a atmosfera ambígua e movente de seu tempo. Traduzido em 1987 por Augusto de Campos de acordo com as regras consolidadas no Brasil de valorizar rima e métrica, ele …
Poiéticas não europeias em tradução - refundações e reescritas desde Brasis
Apresentação
Vidal Claramonte, María Carmen África (2018): La traducción y la(s) historia(s). Nuevas vías para la investigación. Granada : Comares, 143 p
Vidal Claramonte, María Carmen África (2018) : La traducción y la(s) historia(s). Nuevas vías para la investigación. Granada : Comares, 143 p.. An article from journal Meta (Volume 64, Number 3, December 2019, pp. 575-847), on Érudit
Poesia
Herberto Helder Tradutor de Poéticas Não-Europeias
O intuito deste artigo é refletir sobre os "poema mudados para o português" do poeta Herberto Helder. Muitos deles são de poéticas não-europeias. A partir da análise de alguns poemas ameríndios, propomos discutir as implicações de suas escolhas e de como pode ser interpretada pela antropologia contemporânea
Retraduções de As flores do mal uma viagem entre Brasil e Portugal
Apesar de ser um livro de grande importância para a poesia brasileira e portuguesa desde o século XIX, Les fleurs du mal só recebem sua primeira tradução (praticamente) integral em língua portuguesa em 1958, no Brasil, por Jamil Almansour Haddad, à qual se seguem as traduções de Ignacio de Souza Moitta (1971) e de Ivan Junqueira (1985). A primeira edição integral portuguesa é de 1992, feita por Fernando Pinto do Amaral, à qual se segue a tradução…
Entrevista com Mário Laranjeira
Entrevista com Mário Laranjeira
Os tempos de Mallarmé nas antologias brasileiras de poesia traduzida
O intuito deste trabalho é refletir sobre os momentos da recepção da poesia de Mallarmé no Brasil a partir do lugar que ele ocupa nas antologias de poesia traduzida. PALAVRAS-CHAVE: Mallarmé, Tradução no Brasil, Antologias
A voz e o silêncio em Paulo Henriques Britto e Haroldo de Campos tradutores
O intuito deste artigo é pensar modos como Paulo Henriques Britto e Haroldo de Campos lidam com suas próprias vozes e a voz do outro emsuas traduções
Tem alguém aí: Nota sobre comentários a uma tradução de Jacques Brault
A tradução comentada do texto Il y a quelqu'un? de Jacques Brault levou a uma discussão sobre modos possíveis de apresentação dos comentários produzidos ao longo do processo de tradução. Neste artigo, o intuito é discutir, a partir dos estudos de Ana Cristina Cesar sobre o tema, formas de organização desses comentários
O poema em prosa em foco
Bendito Baudelaire
A recepção de Baudelaire no Brasil passou, nos anos 1930, por um período de consagração acadêmica, nas palavras de Antonio Candido. Nosso intuito aqui é refletir sobre o modo como Baudelaire se tornou, ao longo do século XX, no Brasil, um poeta acadêmico e convencional, e em que medida essa apropriação de Baudelaire lança luz sobre a poesia brasileira de meados do século passado
As Traduções Do Poema "Jazzonia", De Langston Hughes
O poema "Jazzonia", publicado por Langston Hughes em seu primeiro livro, The Weary Blues, de 1926, recebeu ao menos duas traduções para o português. A primeira é de Guilherme de Almeida (1955); a segunda, de Hélio Pólvora (1985). Iremos analisá-las comparativamente, procurando refletir sobre as escolhas tradutórias de cada tradutor. Por último, apresentaremos nova tradução para o poema
A cadelinha de Baudelaire, na fronteira do traduzir
A tradução poética tem sido tema de importantes discussões no meio literário. No Brasil, o assunto ganhou relevo sobretudo a partir da ideia da tradução como criação e como crítica de Haroldo de Campos. Sua poética do traduzir, de inspiração semiótica, explora a fronteira do traduzir por meio da forma. O intuito, aqui, é provocar o tensionamento da fronteira a partir de outro lugar, que acreditamos mais instável e irreverente, num atrito que prov…
Presença francesa no Brasil
Emplumando a grande castanheira
O intuito deste artigo é apresentar um projeto de retradução de um canto araweté, traduzido e comentado por Viveiros de Castro em Araweté: os deuses canibais. O "canto da castanheira", nome dado por Viveiros de Castro ao canto, é utilizado pelo antropólogo para ilustrar a complexidade enunciativa-citacional dos cantos xamanísticos araweté. Conforme Viveiros de Castro, o canto xamanístico araweté "é uma canção de canções, um discurso de discursos,…
A cadelinha de Baudelaire, na fronteira do traduzir
A tradução poética tem sido tema de importantes discussões no meio literário. No Brasil, o assunto ganhou relevo sobretudo a partir da ideia da tradução como criação e como crítica de Haroldo de Campos. Sua poética do traduzir, de inspiração semiótica, explora a fronteira do traduzir por meio da forma. O intuito, aqui, é provocar o tensionamento da fronteira a partir de outro lugar, que acreditamos mais instável e irreverente, num atrito que prov…
"Bem-Viver de Ailton Krenak ao Porã-Poranga de "Meu tio, o Iauaretê: Cosmopoeticas Em Tradução
Em junho de 2020, Ailton Krenak foi convidado pelo Projeto Educar para a Sustentabilidade da Escola para falar sobre o Bem Viver (Buen Vivir em espanhol ou Sumak Kawsay em quechua). Os principais aspectos abordados durante a live deram origem ao ebook Caminhos para a cultura do Bem Viver, disponibilizado gratuitamente pelo autor. Em sua tradução cultural do princípio do Bem Viver, Krenak mobiliza cosmovisão que, como procuramos observar, permite …
Herberto Helder Tradutor de Poéticas Não-Europeias
O intuito deste artigo é refletir sobre os "poema mudados para o português" do poeta Herberto Helder. Muitos deles são de poéticas não-europeias. A partir da análise de alguns poemas ameríndios, propomos discutir as implicações de suas escolhas e de como pode ser interpretada pela antropologia contemporânea
A rima nos cantos populares: Contribuições Para O Rimário Brasileiro
As fronteiras Estudar um fenomeno como o uso da rima nos cantos populares do Brasil e uma tarefa gigantesca, porem necessaria, devido a sua riqueza e ao desconhecimento do assunto que ainda impera. Nas linhas que seguem, fazemos um estudo apenas das caracteristicas presentes na rima da poesia popular e que nao se manifestam na poesia “culta” (de tradicao escrita), uma vez que esses tracos encontram-se apagados dos tratados de metrificacao, assim …
Sobre uma não-tradução e algumas traduções de "L'invitation au voyage" de Baudelaire
Ao comentar sua tradução do romance Les fous de bassan de Anne Hébert, Vera de Azambuja Harvey verifica que se achavam inseridos alguns versos do poema "L'invitation au voyage" de Baudelaire, traduzidos em seu texto por versos de Casimiro de Abreu. Nosso objetivo é discutir o que essa escolha acarreta. A partir dessas considerações, examinamos aspectos suscitados por algumas traduções deste poema no Brasil
Tradição e invenção da rima nas traduções se Mallarmé por Augusto de Campos
Vira e mexe nacionalismo
Maria Gabriela Llansol retradutora de Charles Baudelaire DOI: 10.5007/2175-7968.2010V1n25p113
En 2003, Maria Gabriela Llansol publie une traduction innova-trice des Fleurs du mal, de Charles Baudelaire, où elle établit des critères particulier pour la traduction de chaque poème. À partir de deux exemples, cet article a comme objectif de réfléchir sur la portée de ce projet traductif
Entrevista com Nelson Ascher
A trajetória da juventude de Nelson Ascher (1958), com passagem por faculdades direcionadas ao mercado profissionalizante, não sugeria que ele tomaria o rumo que afinal tomou. Mas desde os dez anos de idade ele já sabia o que queria ser: escritor. Desde os catorze, o que viria a ser: poeta. Na entrevista a seguir, Ascher fala do gosto pela leitura adquirido em menino com as histórias contadas pela mãe, pai e avós, húngaros de nascimento. Tradutor…
Soir d'Hiver
Três Mallarmés: Traduções brasileiras
A interpretação da obra de Mallarmé passou por distintas etapas que, por sua vez, determinam o modo como ele foi traduzido. O objetivo deste artigo é analisar esse movimento no que concerne às traduções de Mallarmé no Brasil
Emplumando a grande castanheira
O intuito deste artigo é apresentar um projeto de retradução de um canto araweté, traduzido e comentado por Viveiros de Castro em Araweté: os deuses canibais. O "canto da castanheira", nome dado por Viveiros de Castro ao canto, é utilizado pelo antropólogo para ilustrar a complexidade enunciativa-citacional dos cantos xamanísticos araweté. Conforme Viveiros de Castro, o canto xamanístico araweté "é uma canção de canções, um discurso de discursos,…
As Traduções Do Poema "Jazzonia", De Langston Hughes
O poema "Jazzonia", publicado por Langston Hughes em seu primeiro livro, The Weary Blues, de 1926, recebeu ao menos duas traduções para o português. A primeira é de Guilherme de Almeida (1955); a segunda, de Hélio Pólvora (1985). Iremos analisá-las comparativamente, procurando refletir sobre as escolhas tradutórias de cada tradutor. Por último, apresentaremos nova tradução para o poema
A cadelinha de Baudelaire, na fronteira do traduzir
A tradução poética tem sido tema de importantes discussões no meio literário. No Brasil, o assunto ganhou relevo sobretudo a partir da ideia da tradução como criação e como crítica de Haroldo de Campos. Sua poética do traduzir, de inspiração semiótica, explora a fronteira do traduzir por meio da forma. O intuito, aqui, é provocar o tensionamento da fronteira a partir de outro lugar, que acreditamos mais instável e irreverente, num atrito que prov…
Presença francesa no Brasil
Bendito Baudelaire
A recepção de Baudelaire no Brasil passou, nos anos 1930, por um período de consagração acadêmica, nas palavras de Antonio Candido. Nosso intuito aqui é refletir sobre o modo como Baudelaire se tornou, ao longo do século XX, no Brasil, um poeta acadêmico e convencional, e em que medida essa apropriação de Baudelaire lança luz sobre a poesia brasileira de meados do século passado
A voz e o silêncio em Paulo Henriques Britto e Haroldo de Campos tradutores
O intuito deste artigo é pensar modos como Paulo Henriques Britto e Haroldo de Campos lidam com suas próprias vozes e a voz do outro emsuas traduções
Tem alguém aí: Nota sobre comentários a uma tradução de Jacques Brault
A tradução comentada do texto Il y a quelqu'un? de Jacques Brault levou a uma discussão sobre modos possíveis de apresentação dos comentários produzidos ao longo do processo de tradução. Neste artigo, o intuito é discutir, a partir dos estudos de Ana Cristina Cesar sobre o tema, formas de organização desses comentários
O poema em prosa em foco
Os tempos de Mallarmé nas antologias brasileiras de poesia traduzida
O intuito deste trabalho é refletir sobre os momentos da recepção da poesia de Mallarmé no Brasil a partir do lugar que ele ocupa nas antologias de poesia traduzida. PALAVRAS-CHAVE: Mallarmé, Tradução no Brasil, Antologias
Retraduções de As flores do mal uma viagem entre Brasil e Portugal
Apesar de ser um livro de grande importância para a poesia brasileira e portuguesa desde o século XIX, Les fleurs du mal só recebem sua primeira tradução (praticamente) integral em língua portuguesa em 1958, no Brasil, por Jamil Almansour Haddad, à qual se seguem as traduções de Ignacio de Souza Moitta (1971) e de Ivan Junqueira (1985). A primeira edição integral portuguesa é de 1992, feita por Fernando Pinto do Amaral, à qual se segue a tradução…
Entrevista com Mário Laranjeira
Entrevista com Mário Laranjeira
Poiéticas não europeias em tradução - refundações e reescritas desde Brasis
Apresentação
Vidal Claramonte, María Carmen África (2018): La traducción y la(s) historia(s). Nuevas vías para la investigación. Granada : Comares, 143 p
Vidal Claramonte, María Carmen África (2018) : La traducción y la(s) historia(s). Nuevas vías para la investigación. Granada : Comares, 143 p.. An article from journal Meta (Volume 64, Number 3, December 2019, pp. 575-847), on Érudit
Poesia
Herberto Helder Tradutor de Poéticas Não-Europeias
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Jovem Parca, de Paul Valéry: Um Convite À Leitura
Em 1917, Paul Valéry publica, depois de décadas de silêncio, um longo poema escrito durante toda a Primeira Guerra Mundial. La Jeune Parque, que retoma a forma clássica do alexandrino de Racine, projeta Paul Valéry à esfera de poeta oficial da França, por sintetizar, em certo sentido, a atmosfera ambígua e movente de seu tempo. Traduzido em 1987 por Augusto de Campos de acordo com as regras consolidadas no Brasil de valorizar rima e métrica, ele …
Espaços Translacionais, a Tradução Em Devir: Reflexões Desde Antoine Berman
Antoine Berman, um dos expoentes dos estudos da tradução do século XX, colocou como uma das primeiras tarefas para o campo a escrita de uma história da tradução. Nesse sentido, um de seus primeiros objetivos foi fazer uma arqueologia da palavra traductio comparando-a com outros termos afins (translatio e traditio), assim como com sua etimologia em francês, inglês e alemão. O intuito deste artigo é apresentar reflexão a partir desses usos e aponta…
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